Dez mil pessoas estão na rua,
Para dizerem que estão vivas,
E nenhuma delas será minha ou tua,
Ninguém quer saber de tais divisas,
Há quem queira tanto saber tudo,
E tenha tanto que ser alguém,
Que não possa sequer ter usufruto,
De um tempo que não é de ninguém
Não me digas mais que não,
Estou farto de querer saber porquê,
Não há qualquer razão,
Não há porque não o fazer.
Há tanto para sentires como teu,
Tantas formas diferentes de viver,
Nunca me vou fartar de olhar para o céu,
Ou de ter o prazer de me desdizer
Suponho que também possa ser divertido,
Temos tempo para vencer,
Não vou regrar os meus sentidos,
Amanhã posso até morrer.
Não vou deixar de dizer sim,
Só porque não somos iguais,
Tudo na vida tem um fim,
E nós podemos ser sem mais,
Do que aquilo que fazem de nós,
Deixemos este impasse mordaz,
Podemos tentar não acabar sós,
Hoje venho em paz…
Então não me deixes esmorecer,
Estamos em pleno mês de Junho,
Perante um mar que nos sobeja.
Por isso não venhas ver o sol nascer,
De caçadeira em punho,
É que eu só trouxe uma cerveja.
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Porque sim
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