Escrevem-se ao vento,
Como recreios da história,
Os encantos da escória,
No equívoco do relento,
Que confunde o ser,
Na efemeridade da existência,
E genealogia da essência,
Deixando a luz morrer,
Como que afogada na escuridão,
Do prazer inaudito,
De ser um caso perdido,
Na mais profunda solidão,
Que nos cura de perversidade,
Por ambulantes esquizofrenias,
E sonhos de anarquia,
Repletos de insanidade,
No meio da cáustica razão,
Dos universos colaterais,
Que se traçam imortais,
Pela voz da negação,
De querer fazer sentido...
Quando nada faz sentido.
sábado, 1 de maio de 2010
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
isto é uma descrição, não é a minha mas podia ser.
ResponderEliminarobrigado