Qual é o preço da tua cultura?
Quanto vale a tua voz?
Tudo morre, nada perdura,
Nem a verdade que temos em nós.
Como os cães defecam pelo mundo,
A identidade de cada perfume,
Eu quero tomar a razão do teu fundo,
Ser o dono do teu costume.
Talvez nem o percebas
Mas entre nós há uma despedida,
Talvez nunca cedas.
Talvez morras a lutar pela vida.
Porém tudo isso é vão,
Quando o amor é um mero tempo formatado,
Pelos escombros da globalização,
Tudo o que é teu já não existe, foi derrotado.
Eu sou o tudo.
A tua morte, ou o teu novo mundo.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário