Já morri vezes sem fim.
E vezes sem fim renasci,
Sim vou morrendo em ti,
Porque tu vives em mim;
És doença sem cura!
E eu resisto em resistir,
Em chegar sem nunca partir,
Clandestino da tua ditadura;
Moro aqui é um facto.
Vivo sobre a tua batuta,
Diariamente tomo esta luta,
E sonho com o dia em que te mato!
Mas tens mil caras e destinos;
Galgas em medo o meu peito,
Pões-me a viver para o receio,
Sou só um conjunto de sentidos perdidos…
Quando tu chegas e ordenas!
A voz do choro é meu ser,
Lacrimejando da vida o querer,
Pedindo clemência a qualquer mecenas.
Mas em mim não te acomodes:
Ainda cá estou e granjeio respirar,
Venero a vida, pois amo amar.
E quando eu vivo, tu Morres!
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
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Parabéns!
ResponderEliminarJá estava na hora de criares algo teu para poderes dar a conhecer a tua veia artística maluca!
Será mais um blog a seguir com toda a certeza…contudo fica a esperança de um dia vir a ler algo que revele o teu lado divertido/alegre e positivo que permanece sempre escondido na escrita!
Raquel Tavares
Catarina diz:
ResponderEliminaristo é sério? lol