sábado, 7 de novembro de 2009

Era só mais um doente mental

Então qual é a era e os âmbitos que a pregam?
Serão tais palavras discriminatórias, a envergadura da publicidade assertiva?
E os olhos desta contrafacção activa,
Serão de bom grado, o termo da saúde que emanam?
Esta monção inanimada é de conformação inconsciente?
E o mundo, viverá num eloquente conceito de caos controlável?
Propagar o medo como doença incurável,
Para uma sociedade de segurança uniforme, e moral consciente?
Mas onde mora moralidade no vício da vitória?
A competição como disciplina elevada a rotina,
Não consagra o homem como um escravo de alheia sina?
É perder humanidade o preço da glória?
Então é de sociedade que apelidamos, o negar da gente?
A diferença não tem lugar na construção da sobrevivência?
Tratando-se de mera obediência,
Quem teve a habilidade de iniciar tal congratulado precedente?
Eu não conheço tal génio, ou será que também mora em mim?
Creio que pelo caminho o perdi,
Mas encontrarei a sua génese em cada um que conheci?
Se assim fosse, estaríamos no fim…

- Doutor e foi isto que encontrei rabiscado no caderno do paciente… Que devo eu fazer?
- Que infame! Mate-o! Não vê que é demente… Mas atenção, sem ninguém perceber.

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